25 anos após o 11 de setembro, relembramos o trauma das quase 3 mil mortes em NY e no Pentágono, e os julgamentos dos líderes da Al Qaeda em 2028.
Vinte e cinco anos depois, as cenas do atentado permanecem entre as mais conhecidas e lembradas do século 21. Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques, quando terroristas da Al Qaeda sequestraram e lançaram aviões em direção às torres do World Trade Center de Nova York e no Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, localizado no condado de Arlington, Virgínia.
Um quarto avião caiu na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilvânia. Segundo o professor Eugênio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), as imagens das torres desabando, transmitidas repetidas vezes, gerou um trauma em escala global .
A televisão, ao vivo, em uma época em que a internet não era tão difundida, prendeu o público pela repetição. Naquele dia, o olhar se tornou mutilado de guerra. O atentado conseguiu ferir todas as pessoas, tanto que todas as pessoas no mundo inteiro são capazes de se lembrar onde estavam quando tiveram notícia daquele acontecimento”, avalia o professor.
Bucci classifica a experiência como "tempo congelado", tanto pela TV ao vivo, como pela exibição em plataformas digitais. “A televisão ao vivo desenvolveu essa possibilidade, que é o congelamento do tempo.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.
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