Investigação da Polícia Civil do Maranhão identificou suspeito de matar mulher trans em São Luís Mais de dois mil quilômetros separavam São Luís do local onde a polícia encontrou o homem investigado pela morte de Max de Jesus dos Santos de Carvalho, conhecida como Angélica.
Angélica, uma mulher trans, foi assassinada em 10 de maio de 2026, no bairro Igaraú, na capital maranhense. A Polícia Civil do Maranhão investiga o caso como feminicídio e aponta indícios de que a identidade de gênero da vítima tenha motivado o crime.
O trabalho para identificar o suspeito ficou sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Área Sul (DHS), unidade vinculada à Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). De acordo com a investigação, Angélica foi morta por volta das 20h, na Rua Principal do Igaraú.
Durante a apuração, os policiais reuniram elementos que, segundo a Polícia Civil, indicam menosprezo e discriminação relacionados à identidade de gênero da vítima. A partir das evidências reunidas no inquérito, a Polícia Civil pediu à Justiça a prisão preventiva do investigado.
A medida foi autorizada pelo Plantão Judiciário Criminal da Comarca da Ilha de São Luís. Com o mandado expedido no Maranhão, a localização do suspeito mobilizou a Polícia Civil de Goiás. Equipes goianas cumpriram a ordem judicial em 31 de agosto, em Senador Canedo.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Jornal Pequeno.
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