SÃO LUÍS - A conciliação tem se consolidado como uma alternativa ágil, eficiente e menos onerosa para a solução de conflitos empresariais, especialmente em um cenário em que o tempo, a preservação de relações comerciais e a redução de custos são fatores decisivos para a SÃO LUÍS - A conciliação tem se consolidado como uma alternativa ágil, eficiente e menos onerosa para a solução de conflitos empresariais, especialmente em um cenário em que o tempo, a preservação de relações comerciais e a redução de custos são fatores decisivos para a continuidade dos negócios.
É com esse objetivo que a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), em parceria com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), mantém o CEJUSC Empresarial FIEMA/TJMA, espaço voltado ao atendimento de empresas e empreendedores que buscam resolver pendências de forma consensual, sem a necessidade de enfrentar um processo judicial tradicional.
O juiz Rodrigo Nina, coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC/TJMA), explicou que a conciliação permite que as próprias partes participem da construção do acordo, com segurança jurídica e validação do Judiciário.
“Esse caminho encurta etapas, evita desgastes e pode preservar vínculos importantes, como relações com clientes, fornecedores e sócios. O acordo não elimina o direito das partes, mas transforma a maneira de alcançar a solução, tornando o desfecho mais rápido e, muitas vezes, mais satisfatório para todos os envolvidos”, explicou o juiz.
Na prática, o CEJUSC Empresarial FIEMA/TJMA oferece orientação, triagem inicial dos casos, esclarecimento de dúvidas sobre conciliação e mediação, além do agendamento de audiências quando cabível. O espaço também atende demandas relacionadas a conflitos com consumidores, fornecedores e até questões de natureza familiar, demonstrando a amplitude dos serviços prestados.
A informação foi divulgada originalmente por Imirante. Esta versão foi produzida pelo Quero Notícias do Maranhão para o público local.
Por que isso importa
O acontecimento em Maranhão interessa a quem acompanha economia no estado e na região.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.
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