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Exumação de indígena é realizada em aldeia de Fernando Falcão; polícia investiga suposto estupro coletivo e feminicídio

Polícia Civil realiza a exumação de indígena na Aldeia Porquinhos, em Fernando Falcão. Dois indígenas estão presos suspeitos do crime ocorrido em julho.

João Alencar Por João Alencar 8 de Setembro de 2026 às 11:20 2 min de leitura 344 visualizações 0 comentários
Exumação de indígena é realizada em aldeia de Fernando Falcão; polícia investiga suposto estupro coletivo e feminicídio
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Polícia Civil realiza a exumação de indígena na Aldeia Porquinhos, em Fernando Falcão. Dois indígenas estão presos suspeitos do crime ocorrido em julho.

O procedimento faz parte das investigações que apuram as circunstâncias da morte da vítima e a possível ocorrência dos crimes de estupro coletivo e feminicídio. A exumação de indígena em território do povo Canela busca, segundo a Polícia Civil, reunir novos elementos técnicos para auxiliar no esclarecimento do caso, ocorrido em 4 de julho de 2026, dentro do território indígena do povo Canela.

A ação é conduzida por equipes da 15ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Barra do Corda, com apoio da Perícia Oficial, por meio do Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz, e acompanhamento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) de Barra do Corda.

A Aldeia Porquinhos está situada a aproximadamente 92 quilômetros de Barra do Corda, em região cujo deslocamento terrestre demanda cerca de duas horas e meia, circunstância que exige atuação integrada das equipes envolvidas.

A Polícia Civil informou que a possível participação de outros envolvidos e a dinâmica completa dos fatos continuam sendo investigadas. Polícia investiga como ocorreram as agressões que levaram à morte de jovem indígena Segundo as investigações, a jovem, que estaria em situação de vulnerabilidade, teria sido levada pelos criminosos para o interior de uma residência da comunidade no dia 2 de julho de 2026.

No local, ela teria sido submetida a uma sequência de agressões físicas e sexuais antes de morrer. A apuração policial aponta que, durante as agressões, teriam sido utilizados garrafas de vidro, um fragmento de madeira e outros instrumentos contundentes e perfurocortantes.

As circunstâncias e a participação individual de cada investigado ainda são apuradas pela Polícia Civil. Caso foi comunicado às autoridades 12 dias depois A morte, segundo a investigação, somente foi comunicada às autoridades 12 dias após o ocorrido.

O caso é apurado como homicídio qualificado e estupro coletivo. Ainda conforme as informações levantadas pela polícia, o corpo da jovem foi sepultado seguindo os costumes da comunidade, antes da realização de exames periciais oficiais.

O caso é apurado pela Delegacia de Polícia Civil de Fernando Falcão, vinculada à 15ª Delegacia Regional de Barra do Corda.

Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.

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