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g1 20 anos: a 'Arca de Noé das sementes' que guarda a comida do futuro

Como proteger hoje os alimentos que ainda vão alimentar nossos netos? Parte da resposta está a milhares de quilômetros do Brasil, dentro de uma montanha no Ártico.

João Alencar Por João Alencar 6 de Setembro de 2026 às 05:16 1 min de leitura 370 visualizações 0 comentários
g1 20 anos: a 'Arca de Noé das sementes' que guarda a comida do futuro
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Como proteger hoje os alimentos que ainda vão alimentar nossos netos? Parte da resposta está a milhares de quilômetros do Brasil, dentro de uma montanha no Ártico.

Ali funciona o Cofre Global de Sementes de Svalbard, na Noruega, criado para guardar cópias de segurança de sementes conservadas por bancos genéticos de diferentes partes do planeta. É uma espécie de “Arca de Noé das sementes”.

Só que, no lugar de animais, entram variedades de arroz, milho, trigo, feijão e outros cultivos que fazem parte da história da agricultura — inclusive aquelas que praticamente deixaram de ser plantadas. �Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A lógica é simples: se uma variedade desaparecer de um banco genético por causa de uma guerra, incêndio ou outro desastre, a cópia guardada em Svalbard pode permitir que ela seja recuperada.

O cofre não substitui os bancos espalhados pelo mundo. E guardar essa diversidade não significa apenas se preparar para uma catástrofe distante. Uma semente pouco usada hoje pode carregar justamente a característica necessária para produzir alimentos em um futuro com mais secas, temperaturas mais altas, novas doenças ou condições diferentes das atuais.

“Se elas não forem cultivadas, mais cedo ou mais tarde vão desaparecer”, afirma ao g1 Fuad Gaši, coordenador do Banco Global de Sementes de Svalbard.

Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de G1 Brasil.

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