🔴 URGENTE Fim das apostas: prazos para resgate de saldos das bets
29 de Setembro de 2026 | Terça-feira
Menu
Início Últimas Notícias Política Cidades Economia Polícia Educação Saúde Cultura Esportes Opinião Natureza Quem Somos Anuncie Expediente Fale Conosco
Política

Lula reage a pressões e diz que Brasil não vai ‘privatizar’ o Pix

Presidente classificou sistema de pagamentos como infraestrutura pública e gratuita e criticou atuação de grandes empresas de tecnologia.

João Alencar Por João Alencar 23 de Setembro de 2026 às 20:33 1 min de leitura 233 visualizações 0 comentários
Lula reage a pressões e diz que Brasil não vai ‘privatizar’ o Pix
Imagem ilustrativa sobre Lula reage a pressões e diz que Brasil não vai ‘privatizar’ o Pix
Tamanho do texto

Presidente classificou sistema de pagamentos como infraestrutura pública e gratuita e criticou atuação de grandes empresas de tecnologia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) levou o Pix ao centro de seu discurso na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nessa terça-feira (22), ao associar o sistema de pagamentos à soberania brasileira e afirmar que o país não deverá privatizá-lo.

“Não vamos ceder às pressões de multinacionais que querem privatizar o nosso Pix”, disse Lula.

Na sequência, o presidente classificou a plataforma como uma “infraestrutura de pagamentos pública e gratuita” e pontuou que a ferramenta tornou a inclusão financeira uma realidade para milhões de brasileiros. Criado pelo Banco Central em 2020, o Pix permite transferências e pagamentos instantâneos entre pessoas, empresas e instituições financeiras, e se tornou uma das principais formas de pagamento do país.

A fala ocorreu em meio a uma argumentação mais ampla do petista sobre a autonomia dos países diante das transformações tecnológicas e disputas internacionais. Ao longo do discurso, o presidente contrapôs soberania e subordinação e defendeu que os Estados tenham autonomia para formular e executar suas próprias políticas.

“Somos chamados a optar entre: multilateralismo ou unilateralismo; democracia ou extremismo; soberania ou subordinação”, exclamou. Em pouco mais de 20 minutos de discurso, Lula ainda propôs novas regras para a atuação das grandes empresas de tecnologia (Big Techs) e afirmou que os avanços do setor não devem resultar na redução de direitos.

Ao defender o endurecimento da regulação, o presidente também sustentou que o Estado deve assumir maior participação na construção de soluções para problemas econômicos e sociais. Na sequência, explicou que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são alvo de ataques destinados, segundo ele, a “naturalizar injustiças”.

Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de O Imparcial (São Luís).

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar esta notícia.

Deixe seu comentário

Notícias Relacionadas