O Maranhão alcançou a menor taxa média de desocupação para um primeiro semestre desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad Contínua), do IBGE: 6,46%. O resultado representa uma queda de 0,92 ponto percentual em relação a 2025 (7,38%).
O indicador reforça a trajetória de queda contínua observada nos últimos anos: Destaque no cenário regional e redução da informalidade No recorte trimestral, o estado figura entre as três menores taxas de desocupação do Nordeste desde o primeiro trimestre de 2022.
Ao longo de todo o período entre 2021 e 2026, a taxa maranhense manteve-se abaixo da média regional. No quarto trimestre de 2025, o desemprego no estado atingiu 5,6% — igualando o menor patamar da série histórica —, enquanto o contingente de pessoas ocupadas chegou a 2,722 milhões, recorde para o período.
A taxa de informalidade também apresentou recuo significativo de 3,9 pontos percentuais no segundo trimestre de 2026 na comparação com o mesmo período de 2021. “Os dados revelam uma trajetória positiva na geração de empregos.
A queda no desemprego reforça o dinamismo do mercado de trabalho maranhense, impulsionado por setores estratégicos. Esse cenário evidencia a importância das políticas de desenvolvimento, atração de investimentos e fortalecimento da produção”, destaca o presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), Dionatan Carvalho.
O desempenho do mercado de trabalho reflete a expansão dos principais setores da economia do estado entre 2022 e 2025:
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de O Imparcial (São Luís).
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