O Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) promoveu, em sua sede administrativa em São Luís, um intercâmbio de formação voltado para jovens conhecidas como “Pindovas”. A ação faz parte do Programa de Formação das Quebradeiras de Coco Babaçu, desenvolvido no âmbito do Centro de Formação do MIQCB e integrante do Projeto Educação em Movimento, apoiado pela Co-Impact .
O termo “Pindovas”, uma referência à fase jovem da palmeira do babaçu, batiza as selecionadas para atuar junto às coordenações e assessorias regionais e interestaduais. A proposta é aproximar a juventude da gestão institucional e dar suporte em áreas como mobilização social, incidência política, educomunicação, administração e transmissão de conhecimentos tradicionais.
Durante os dois dias de imersão, seis jovens selecionadas por edital público no mês de maio vivenciaram a rotina da sede do Movimento, dialogaram com a equipe técnica e apresentaram os resultados de seu primeiro mês de atuação em suas respectivas regionais: Maria Antônia Farias (Regional Tocantins) Rayara Vieira (Regional Mearim/Cocais-MA) Virgilina Soares (Regional Imperatriz-MA) Formação política territorial e profissional Para a coordenadora do Centro de Formação do MIQCB, Ana Maria Ferreira, o programa atua além de um formato tradicional de estágio, funcionando como uma experiência pioneira de imersão no mundo do trabalho e na causa social.
“É um projeto-piloto que vai além de um estágio. É um programa de formação para que essas jovens conheçam a dinâmica do MIQCB, compreendam o trabalho das assessoras, técnicas e coordenações e possam se encontrar tanto no mundo do trabalho quanto no mundo do Movimento” , destacou Ana Maria.
Na programação, as participantes aprofundaram os conhecimentos sobre o Planejamento Estratégico do MIQCB (2023-2028 ) , com foco nos eixos de Juventudes e Educação Contextualizada , e alinharam os planos de trabalho que orientarão suas ações nos próximos meses.
A troca de experiências entre diferentes territórios também foi celebrada pelas jovens. Maria Antônia Farias, da Regional Tocantins, ressaltou o caráter integrador da vivência: “Esse momento é muito importante e muito rico.
A gente pode aprender mais e também ensinar o que sabe para outras Pindovas, assessoras e coordenadoras.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de O Imparcial (São Luís).
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