Uma Universidade que ensina liberdade precisa ser capaz de praticá-la dentro de casa.
O texto analisa universidades argentinas em que as eleições continuam acontecendo, mas o poder permanece por décadas concentrado nos mesmos grupos. Em Tucumán, o autor relata a tentativa de um reitor de permanecer por um terceiro mandato.
Em La Plata, descreve a circulação entre presidência e vice-presidência como mecanismo que teria permitido ao mesmo núcleo político permanecer cerca de vinte anos no comando. É nesse contexto que usa a expressão “universidade feudal”, como metáfora para estruturas marcadas por concentração de poder, dependência, personalismo e dificuldade de alternância.
É difícil ler esse artigo sem olhar para a UEMA. Estamos diante da terceira sucessão consecutiva em que um vice-reitor chega à Reitoria. No primeiro ciclo, foram quatro anos como vice e oito como reitor. Agora, novamente, alguém que exerceu a Vice-Reitoria por oito anos está prestes a concluir quatro anos como reitor e disputa mais quatro, buscando completar dezesseis anos consecutivos entre os dois principais cargos da Universidade.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.
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