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Economia

Rodoviários anunciam paralisação a partir desta segunda-feira (28) no DF

Passageiros entram em ônibus no DF, em imagem de arquivo — Foto: Pedro Federal anunciaram greve para a a partir desta segunda-feira (28) .

João Alencar Por João Alencar 27 de Setembro de 2026 às 19:20 3 min de leitura 109 visualizações 0 comentários
Rodoviários anunciam paralisação a partir desta segunda-feira (28) no DF
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Passageiros entram em ônibus no DF, em imagem de arquivo — Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília Os rodoviários do Distrito Federal anunciaram greve para a a partir desta segunda-feira (28) . Eles cobram reajustes salariais e benefícios relativos à data-base de 1º de agosto de 2026.

Conforme dados do GDF, cerca de 1 milhão de passageiros usam os ônibus diariamente na capital. Em nota, o governo do DF afirmou que já adotou medidas legais junto ao Tribunal Regional do Trabalhão (TRT-DF). Ao g1 , o Governo do DF informou que a Secretaria de Transporte e Mobilidade apoiará a operação das linhas de transporte público coletivo, nas áreas urbana e rural do Distrito Federal, durante as eleições.

O primeiro turno está previsto para o próximo domingo (4) e um eventual segundo turno para 25 de outubro (veja mais detalhes abaixo). A paralisação foi confirmada em assembleia neste domingo (27) após a categoria rejeitar a proposta das empresas de reajuste salarial de 5,5%, garantia de manutenção dos postos de trabalho destinados à função de cobrador; e pagamento das diferenças salariais retroativas .

A categoria cobra 8% de reajuste salarial, 10% de benefícios alimentares e 12% em relação ao plano de saúde . Em nota, as concessionárias do transporte público coletivo do Distrito Federal repudiaram paralisação. Segundo o grupo, a greve foi decidida "mesmo diante de uma proposta com reajustes acima da inflação em todos os itens".

O Governo do Distrito Federal denuncia como político-eleitoreira a deflagração de greve pelo Sindicato do Rodoviários e já adotou medidas legais junto Tribunal Regional do Trabalhão (TRT-DF) para garantir a livre circulação das pessoas, especialmente com a proximidade das eleições gerais no próximo domingo, 4 de outubro.

O GDF reconhece o legitimo direito dos trabalhadores de lutar por suas reivindicações salariais e de qualidade das condições de trabalho, mas não aceita que um sindicato filiado à CUT e com um presidente da entidade que apoia abertamente um adversário eleitoral tente manipular a categoria.

Em negociação desde julho passado com as empresas do setor, que apresentaram mais de dez propostas, a postura da entidade sindical assumiu uma injustificada intransigência diante da possibilidade dos trabalhadores terem efetivos ganhos reais – o que revela a atitude político-partidária do sindicato.

Para garantir a massiva presença de eleitores para votar, a Secretaria de Transporte e Mobilidade autorizou que, nos dias de realização do primeiro e eventual segundo turno das eleições, seja adotada a tabela horária correspondente aos dias úteis, de modo a assegurar a adequada oferta dos serviços de transporte público coletivo.

E, como os pleitos ocorrem aos domingos, o transporte será gratuito para garantir o pleno exercício da cidadania por meio do voto, especialmente para os cidadãos que dependem exclusivamente do transporte público para comparecer às seções eleitorais.

O GDF reivindica também ao Judiciário trabalhista que sejam fixados limites mínimos de funcionamento de todo o sistema de transporte rodoviário do Distrito Federal, em 80% da frota em horários de baixo fluxo de passageiros, e de 100% da frota nos horários de alto fluxo de passageiros, a saber: 6h às 8h30 e 17h às 19h30, durante todo o processo de negociação da data-base.

Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de G1 Brasil.

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