São Luís é uma cidade que se revela nos detalhes: nos casarões, nas igrejas, nas fachadas coloridas e, sobretudo, nos azulejos que ajudam a contar a história da capital maranhense. No artesanato, essas referências ganham novas formas e passam a acompanhar moradores e visitantes para muito além das ruas da cidade.
No dia 8 de setembro, São Luís completa 414 anos. Fundada em 1612, a capital maranhense teve seu conjunto histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1974 e, em 1997, recebeu da Unesco o título de Patrimônio Cultural Mundial.
O conjunto reconhecido internacionalmente se estende por cerca de 270 hectares e reúne aproximadamente 5,5 mil edificações, entre sobrados, solares, igrejas e outros imóveis que compõem uma das mais expressivas paisagens urbanas históricas do Brasil.
Pratos decorativos de parede, porta-joias, bandejas, porta-chaves, porta-toalhas, xícaras e outras peças ganham desenhos de casarões, igrejas e elementos que remetem à capital maranhense. Seu trabalho já esteve presente em exposições e feiras, e suas criações chegaram a diferentes regiões do Brasil e também ao exterior.
Mas a relação de Ribamar com a chamada “arte do fogo” começou muito antes das peças que hoje levam São Luís para outros lugares. Na década de 1980, ele iniciou sua trajetória artística com a pintura mediúnica, experiência que resultou, inclusive, em exposições beneficentes.
Mais tarde, por influência do irmão, que trabalhava com a artista Vera Vasconcelos, aproximou-se da pintura em azulejos. No início, Ribamar utilizava a serigrafia para reproduzir os contornos dos desenhos nos azulejos inspirados nos casarões.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de O Imparcial (São Luís).
Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar esta notícia.