Abalada com a situação, a família do jovem detalhou a sequência dos acontecimentos que levaram à morte ele, e afirmou que ele não sofria com nenhuma doença crônica. Entretanto, começou a apresentar sintomas respiratórios poucos dias antes de ser internado.
Jemerson estava no Hospital Municipal Lídia Martins, em Bequimão, e precisava ser transferido para a capital após exames apontarem alterações cardíacas. Durante o deslocamento, entretanto, a ambulância que o transportava enfrentou uma espera por ferryboat de cerca de três horas no Terminal do Cujupe, aguardando uma embarcação para fazer a travessia até São Luís na madrugada da última sexta-feira (11).
Após não conseguir embarcar, Jemerson retornou para Bequimão e, em seguida, foi transferido para Pinheiro, onde não resistiu e veio a óbito. Em entrevista ao Imirante.com , a jovem Andressa Luanna, prima de Jemerson Felipe, detalhou qual era o quadro de saúde do jovem, e como foi a sequência de atendimentos que o jovem recebeu, desde Bequimão até a ida para o município de Pinheiro, também na Baixada Maranhense.
Segundo a família, Jemerson não tinha histórico de doença crônica. Os primeiros sintomas teriam surgido recentemente. “O Felipe deu entrada no hospital na quinta-feira de madrugada, por volta de uma hora da manhã, com uma tosse muito forte e um cansaço, com falta de ar.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.
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