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Deslizamento no Tibete deixa rastro de destruição em porto estratégico

Um deslizamento de terra destruiu parte do porto de Gyirong, localizado na fronteira entre Nepal e Tibete (administrado pela China), nesta quarta-feira (26).

João Alencar Por João Alencar 27 de Agosto de 2026 às 04:21 1 min de leitura 2 visualizações 0 comentários
Deslizamento no Tibete deixa rastro de destruição em porto estratégico
Momento exato do deslizamento de terra destruindo o porto de Gyirong no Tibete
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Um deslizamento de terra destruiu parte do porto de Gyirong, localizado na fronteira entre Nepal e Tibete (administrado pela China), nesta quarta-feira (26). O incidente interrompeu estradas, comunicações e energia elétrica na região montanhosa do Himalaia.

O desastre ocorreu por volta das 10h30 no horário local (23h30 de terça-feira no Brasil), conforme informou a agência estatal chinesa Xinhua. O deslizamento partiu do lado nepalês e atingiu a infraestrutura do porto, uma das principais rotas terrestres entre China e Nepal.

Localizado a aproximadamente 1.850 metros de altitude, o porto fica às margens do rio Kyirong Tsangpo, em área montanhosa cercada por desfiladeiros. Fortes chuvas causaram inundações no distrito nepales de Rasuwa, conectado ao porto por uma ponte internacional.

Autoridades nepalesas confirmaram pelo menos 9 mortes, com estimativa de aumento conforme avançam as buscas. Cerca de 400 pessoas seguem desaparecidas, incluindo 291 turistas estrangeiros. Equipes de resgate enfrentam dificuldades para alcançar áreas isoladas devido ao terreno acidentado e condições climáticas adversas.

Helicópteros não conseguiram pousar em alguns locais críticos, onde vilarejos inteiros foram arrasados pelas águas. Relatos de moradores descrevem cenas de devastação, com assentamentos ribeirinhos desaparecidos sob as águas barrentas.

O governo nepalês mobilizou forças policiais e militares para ampliar as operações de busca.

Por que isso importa

A região do Himalaia é particularmente vulnerável a eventos climáticos extremos durante o período de monções. O caso reforça a importância de sistemas de alerta e prevenção em áreas montanhosas de risco, realidade também presente em regiões do Maranhão como a Chapada das Mesas.

Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.

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