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Saúde

Doença de Creutzfeldt-Jakob: entenda a rara condição neurológica que ganhou atenção após caso de influenciador

A repercussão do caso do influenciador Lito de Souza, conhecido pelo canal Aviões e Músicas, trouxe atenção para uma doença neurológica pouco conhecida: a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ).

João Alencar Por João Alencar 31 de Agosto de 2026 às 21:22 1 min de leitura 0 visualizações 0 comentários
Doença de Creutzfeldt-Jakob: entenda a rara condição neurológica que ganhou atenção após caso de influenciador
Imagem ilustrativa sobre Doença de Creutzfeldt-Jakob: entenda a rara condição neurológica que ganhou atenção após caso de influenciador
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A repercussão do caso do influenciador Lito de Souza, conhecido pelo canal Aviões e Músicas, trouxe atenção para uma doença neurológica pouco conhecida: a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Rara e progressiva, a condição pertence ao grupo das doenças causadas por príons, proteínas que sofrem alterações anormais e podem provocar a destruição das células do cérebro De acordo com a Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), a doença não é transmitida por meio do contato social cotidiano.

Abraços, beijos, compartilhamento de objetos ou a convivência com uma pessoa diagnosticada não representam formas comuns de transmissão. Entre os sinais que podem aparecer estão perda de memória, alterações de comportamento, problemas de linguagem, desorientação, alterações visuais e outros distúrbios neurológicos.

A evolução costuma ser rápida, o que torna a avaliação médica especializada importante diante de sintomas compatíveis. A DCJ pode ser classificada em três formas principais: esporádica, hereditária e iatrogênica. A forma esporádica é a mais frequente e ocorre sem uma causa conhecida.

Já a hereditária está relacionada a alterações no gene PRNP. A forma iatrogênica, por sua vez, está associada a situações médicas específicas e é considerada extremamente rara. Segundo o médico geneticista Matheus Castro, coordenador do Departamento Científico de Neurogenética da SBGM, a maioria dos casos não apresenta histórico familiar.

Entretanto, aproximadamente 10% a 15% estão relacionados a fatores genéticos, o que pode justificar uma investigação especializada.

Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de O Imparcial (São Luís).

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