BRASÍLIA - O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, na quinta-feira (20), um pedido do governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), para suspender um inquérito aberto contra ele mesmo. A investigação está sendo acompanhada pelo próprio STF.
A investigação está sendo acompanhada pelo próprio STF. Durante esse processo, uma advogada pediu para participar como colaboradora do caso, alegando ter informações relevantes. Como surgiu a investigação A Assembleia Legislativa do Maranhão foi contra a entrada da advogada no processo, e Flávio Dino também negou o pedido dela.
Mesmo assim, o ministro determinou que os documentos apresentados fossem enviados à Polícia Federal. Foi essa decisão que deu origem ao inquérito contra o governador, hoje sob supervisão do STF. O que pedia o governador Carlos Brandão recorreu ao Supremo para cancelar essa decisão.
A defesa alegou que, como governador, ele só pode ser investigado sob supervisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e não do STF. Sustentou também que a forma como o inquérito foi aberto, direto pelo ministro, teria desrespeitado regras básicas do processo. Sustentou também que a forma como o inquérito foi aberto, direto pelo ministro, teria desrespeitado regras básicas do processo.
Além disso, argumentou que não haveria outro meio rápido de resolver o problema, o que justificaria levar o pedido direto ao Supremo.
Por que isso importa
O acontecimento no Maranhão interessa a quem acompanha política no Maranhão e na região.
Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.
Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar esta notícia.