No documento protocolado, os signatários classificam o atual cenário institucional como a fase mais delicada e aguda da história do Supremo, apontando que as revelações trazidas a público provocam desgaste na imagem da autoridade judicial e geram desconfiança na sociedade.
Apelo por transparência e debate colegiado Entre os nomes que assinam o pedido estão figuras históricas do tribunal, como Celso de Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa e Nelson Jobim. A manifestação reforça o apoio à condução de Fachin, mas ressalta a necessidade imperativa de submeter os fatos ao plenário sob as garantias do devido processo legal.
Apesar da gravidade do tom adotado na carta, o texto evita citar nomes específicos de integrantes ou apontar episódios isolados. O ex-ministro Celso de Mello reforçou publicamente que a medida busca preservar a independência e a imparcialidade do Poder Judiciário diante da opinião pública.
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Redação Quero Notícias do Maranhão, com informações de Imirante.
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